Eu não sei...
Viver sempre é aventura
E eu não sei como posso me aventurar,
Minhas memórias são sempre tão vazias
Não sei viver
Preciso aprender a viver
Poucas coisas acontecem na minha vida
Quando acontece,
eu não sei como devo agir
Fico confuso e não sei o que dizer
Esqueci de tantas coisas.
E não sei,
Como usar a imaginação.
Sonhos obscuros,
Mente vazia,
Vida breve...
(Jeferson Soares)
Esse é mais um poema muito antigo... Na verdade, eu nem me lembrava que um dia havia escrito essas palavras, e hoje, revirando um caderno, que eu escrevia diáriamente lá pelo ano de 2005, 2006 ou 2007, (não me lembro ao certo quando comecei escrever esse caderno, sou péssimo em datas) encontrei esse poema e resolvi postar aqui.
Na verdade, eu resolvi colocar essse poema aqui pelo, fato de que algumas vezes eu já comentei aqui que eu tenho muita coisa escrita, muita coisa tosca, mas que eu me orgulho de ter escrito... Muita coisa que pra maioria das outras pessoas pode ser insignificante, mas que pra mim possui um valor sentimental muito grande. Por exemplo: esse poema provavelmente, eu devo ter escrito e deixado lá no caderno, nunca mais devo ter visto, porque sinceramente eu não me lembrava de ter escrito isso...
Mas, não me lembrar de que eu tinha escrito isso não quer dizer que esse poema não seja importante pra mim, com toda certeza eu escrevi isso porque alguma coisa estava me causando algum desconforto... Então, por mais que, só vim me lembrar desse poema hoje, porque o encontrei junto com os outros do caderno, eu o amo. Porque, sem dúvida, ele fez com que eu tirasse algum "peso" de cima dos meu ombros, (a maioria dos meus escritos tem esse objetivo).
E se alguém me perguntar hoje, o por quê eu escrevi esse poema a resposta é simples: "Eu não sei!" ou melhor "Eu não me lembro!". Só sei que hoje o encontrei, e resolvi colocá-lo aqui!
sábado, 18 de setembro de 2010
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