segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Azamiga (Party Party, Fun Fun)

 E aí que depois de muito tempo tentando o @RodrigoOBessa conseguiu juntar azamiga kkkk (@CamilaCastaldi, @rafanones_ e eu) pra uma balada... E o mais legal é que foi tudo meio que no improviso, em cima da hora todo mundo confirmou a presença... Já no caminho estávamos todos dispostos à diversão, conversas loucas, conversas bobas, conversas todas. 

 Chegamos lá a pista ainda estava meio vazia, mas todo mundo sabia que aquele negócio ia ferver até derramar, aproveitamos que ainda tinha pouca gente e pedimos uma tequila que eu e Cah, viramos juntos, depois disso tudo o que nos restou foi dançar...  

O set list estava um caso à parte rolou desde uma versão muito louca de B.Y.O.B do System Of A Down, até o poperô de I Wanna Go da Britney Spears. Todo mundo causando horrores, quando no meio da noite, no meio de um cigarro alguém diz, "Vamo logo com isso, bora descer e acabar com a boate!" só então percebi que a noite ia começar naquele momento, e assim foi...

 Claro que a balada em si foi muito boa, mas pra mim, quem fez com que a noite fosse tão especial, sem dúvida foram aquelas três pessoas loucas que acima de tudo me aguentam e muito... Valeu gente.

 E agora que eu sei o que é bom, não admito nada menos que isso, porque diversão, pra mim, é a solução, e solução é um soluço bem grande.... Tá parei! 

Ps. O Rodrigo diz que depois de tantos anos de amizade finalmente eu fiz uma coisa boa pra ele: apresente a Cah e a Rafa, será que é verdade??? Vai saber... hahahaha 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Escrever...

 Eita, há quanto tempo eu não passo por aqui... Fato é que está acontecendo tanta coisa que eu simplismente acabo esquecendo de passar por aqui, e também tem o fato de que aquela coisa de postar em 140 caracteres faz com que geralmente apareçam sentenças picotadas, coisas pequena... Mas hoje resolvi tirar a poeira desse blog. Não que eu tenha algo de interessante para escrever, não que eu precise escrever algo... É só escrever, escrever pra matar a saudades, escrever porque não tenho nada pra escrever.

 Pra mim, sempre funciona, escrever sobre coisas de interesse público, coisas dessinteressante, coisas boas, coisas todas. Mas uma coisa é inevitável: quando vou escrever algo, sempre coloco o meu ponto de vista sobre determinado tema, talvez seja porque eu tenho "aquela velha opinião formada sobre tudo" talvez sejá porque sou um curioso nato... Mas tudo que eu escrevo tem como objetivo mostrar como essa informação chegou ao meu mundinho, chato e sem inportancia... E o  fato de escrever sobre determinado tema, só acontece porque geralmente eu já estou tão de saco cheio que só essa angustia tem que sair de alguma forma, e então acaba saindo em forma de palavras, muitas vezes ásperas, porém sempre condizentes com o que eu estou sentindo...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Mais amor, por favor...

 Acabei de ter a notícia de que um amigo relativamente próximo, acabou entrando no meio de uma briga entre "tribos" na região da Augusta. E isso fez com que eu refletisse um pouco sobre algumas coisas que vêm acontecendo contantemente na nossa sociedade.

 Pra mim, não existe nada mais ridículo do que brigar sem motivo. E ao meu ver brigar com alguém por conta da roupa ou do estilo de vida ou de musica que esse alguém usa, ou escuta é completamente sem motivo.

 Ao meu vera musica é um tanto quanto intrigante, as pessoas escutam e não entendem o real motivo de um segmento. Sei lá, parece que as pessoas estão a cada dia mais primatas. Acho que as diferenças é o enriquece a convivencia humana, e ver pessoas brigando causando um tremendo alarde, assim, do nada, é broxante...

 Não, não estou nenhum pouco estressado, aliás há muito não me sentia assim: tão zen, mas fato é que acredito que essas pessoas poderiam ir ler um livro, pensar em trabalhar ou exercitar algo ao invés de ficarem por aí, pregando o caos e a destruição da humanidade assim: de graça.  

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Quero Mais...

 Huum, e agora? Como explicar todas as sensações de um fim de semana tão memorável como esse último? Três dias de encontros, reencontros e desencontros... Conversas surreais que foram de Jung X Freud à Pompoarismo.

 Bom, tudo começou na sexta-feira: mesa de buteco, cerveja porções diversas e alguns amigos colocando os papos em dia. Há tempos não via tanta gente louca enlouquecendo (ainda mais) todo mundo junto e misturado. 

 No sábado rolou de um grande amigo que há muito eu não via chegar em casa assim: de surpresa e chamar pra R. Augusta. E lá fui eu... Mas buteco, mais cerveja e mais conversas loucas. De lá fomos direto pro Arouche onde conhecemos uma pessoa muito legal ( @felipeceroni ). Mais conversas loucas e casa, afinal já estava amanhecendo.

 O domingo foi um caso a parte dia: acordei com a @CamilaCastaldi me ligando "Jeh, hoje é o dia da Parada Gay. 'Cê vai né?!" "Ah, cah, nem rola. Acabei de chegar em casa... Tô cansadão!" "Ah, ano passado você já me deu um bolo... Esse ano você vai sim..." E lá fui eu... Pra variar um pouquinho cheguei atrassado no local combinado e com uma puta ressaca... Eu devia estar chato pra caralho...

 Depois de nos encontrarmos fomos pra casa do @leoo2036 e lá encontramos a @heycookiiee com a sua bolsa mágica... Traduzindo: mais goró, mais caos e mais diversão... Chegamos na Avenida Paulista, mais encontros e mais desencontros... Me perdi da galera e encontrei um pessoal que de São Caetano que eu nem lembrava que existia. Fiquei com eles até o final. Onde quase fui assaltado, corri pra cacete e torci o pé. Bleéh...

 Mas eu quero mais e agora que eu sei o que é bom, eu não aceito menos do que foi esse fim de semana...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Com a palavra: @rafanones

 Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: Não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue. Outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... O de mais nada fazer.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ciclo Interminável

 Tanta coisa acontecendo e esse blog aqui ás moscas, mas eu sou mesmo assim, caprichoso, só venho quando tô com vontade. Fato é que esses dias eu estou meio ausente, mas engana-se quem acha que é por falta de tempo, porque não é, aliás tempo é uma das coisas que eu mais tenho tido ultimamente, engana-se também quem acha que é falta de assunto porque a cada dia acontece um turbilhão de coisas na minha vida que é complicado até enumerar. Por exemplo: nos ultimos meses, fui admitido e despedido. Comecei a namorar e terminei um namoro. Tive uma semana toda num buteco, chegava em casa todos os dias de manhã muito louco, abraçando o vaso com uma ressaca moral desgraçada. Chorei, enlouqueci, gritei. Teve festa, briga, muita coisa... Nem eu sei o motivo da minha ausencia, talvez seja preguiça de ligar o computador... Eu não entendo. Ás vezes fico assim, meio exilado do mundo, mas passa, sempre passa. E depois eu volto. Todo alegrinho de novo... Até que me bate aquela vontade de um auto-exílio e o ciclo continua interminavelmente.