segunda-feira, 27 de junho de 2011

Quero Mais...

 Huum, e agora? Como explicar todas as sensações de um fim de semana tão memorável como esse último? Três dias de encontros, reencontros e desencontros... Conversas surreais que foram de Jung X Freud à Pompoarismo.

 Bom, tudo começou na sexta-feira: mesa de buteco, cerveja porções diversas e alguns amigos colocando os papos em dia. Há tempos não via tanta gente louca enlouquecendo (ainda mais) todo mundo junto e misturado. 

 No sábado rolou de um grande amigo que há muito eu não via chegar em casa assim: de surpresa e chamar pra R. Augusta. E lá fui eu... Mas buteco, mais cerveja e mais conversas loucas. De lá fomos direto pro Arouche onde conhecemos uma pessoa muito legal ( @felipeceroni ). Mais conversas loucas e casa, afinal já estava amanhecendo.

 O domingo foi um caso a parte dia: acordei com a @CamilaCastaldi me ligando "Jeh, hoje é o dia da Parada Gay. 'Cê vai né?!" "Ah, cah, nem rola. Acabei de chegar em casa... Tô cansadão!" "Ah, ano passado você já me deu um bolo... Esse ano você vai sim..." E lá fui eu... Pra variar um pouquinho cheguei atrassado no local combinado e com uma puta ressaca... Eu devia estar chato pra caralho...

 Depois de nos encontrarmos fomos pra casa do @leoo2036 e lá encontramos a @heycookiiee com a sua bolsa mágica... Traduzindo: mais goró, mais caos e mais diversão... Chegamos na Avenida Paulista, mais encontros e mais desencontros... Me perdi da galera e encontrei um pessoal que de São Caetano que eu nem lembrava que existia. Fiquei com eles até o final. Onde quase fui assaltado, corri pra cacete e torci o pé. Bleéh...

 Mas eu quero mais e agora que eu sei o que é bom, eu não aceito menos do que foi esse fim de semana...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Com a palavra: @rafanones

 Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: Não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue. Outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... O de mais nada fazer.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ciclo Interminável

 Tanta coisa acontecendo e esse blog aqui ás moscas, mas eu sou mesmo assim, caprichoso, só venho quando tô com vontade. Fato é que esses dias eu estou meio ausente, mas engana-se quem acha que é por falta de tempo, porque não é, aliás tempo é uma das coisas que eu mais tenho tido ultimamente, engana-se também quem acha que é falta de assunto porque a cada dia acontece um turbilhão de coisas na minha vida que é complicado até enumerar. Por exemplo: nos ultimos meses, fui admitido e despedido. Comecei a namorar e terminei um namoro. Tive uma semana toda num buteco, chegava em casa todos os dias de manhã muito louco, abraçando o vaso com uma ressaca moral desgraçada. Chorei, enlouqueci, gritei. Teve festa, briga, muita coisa... Nem eu sei o motivo da minha ausencia, talvez seja preguiça de ligar o computador... Eu não entendo. Ás vezes fico assim, meio exilado do mundo, mas passa, sempre passa. E depois eu volto. Todo alegrinho de novo... Até que me bate aquela vontade de um auto-exílio e o ciclo continua interminavelmente.