terça-feira, 28 de setembro de 2010

E então, O que fazer?

Que hacer si la persona mas importante en tu vida no cree en ti.? Realmente no se que hacer.

O q fazer quando a vida vai para direções na qual vc não esperava? O q fazer quando ñ há a luz no fim do túnel? Ás vezes o túnel parece não ter fim, as situações parecem não se solucionarem, a vontade de chorar o medo de fracassar estão ali sempre ao seu lado, as pessoas na qual você mais ama smplismente desaparecem, os amigos simplismente parecem não ser mais o que você tem de mais importante... Não sei se isso só acontece comigo, alguns dizem que isso é crise existencial, outros dizem que é depressão há ainda quem diga que é frescura... Mas não é nada disso, o nome desse sentimento é: VAZIO...
Chorar já não adianta mais, aliás você acredita que ja chorou o sulficiente para suas lágrimas secarem, já acreditou o bastante, para que hoje os seus sonhos sejam apenas lembranças, lembranças boas da época em que você acreditava que ainda poderia vir a ser alguém nesta vida... Acreditava que o sucesso chegaria com o seu esforço e que um dia seria reconhecido pelo seu trabalho. Mas um dia você acorda, acorda de um sonho que você alimentou por tantos anos que acabou se tornando parte de sua vida. E no despertar desse sonho você vê que nada daquilo que você smempre quis era realidade, nada, exatamente nada... Nem os palcos, nem as canções, nem os amigos, nem as coreografias ensaiadas... e muito menos a platéia, eram apenas ursinhos de pelúcia na qual você colocava ali, em frente a ti, para ajudar a simular esse sonho... Hoje você vê que apesar de tanto sonhar, apesar de tanto acreditar, você continua o mesmo, (pra você) não existe mais amor, nem canções, nem amigos, e muito menos platéia... Só existe uma vida morna, ou melhor dizendo, uma vida MORTA, sem emoção, sem tesão, você acorda vitíma da sua rotina. E então pra não chorar mais, pra não sofrer mais resolve desprezar aquilo que não pode ter, se Freud não consegue explicar, Esopo o pode daí vem as frase prontas para sentir-se menos decepcionado pelo seu fracasso:
"Quem desdenha quer comprar."
"Aqueles que são incapazes de atingir uma meta tendem a depreciá-la, para diminuir o peso de seu insucesso."
"É fácil desprezar aquilo que não se pode alcançar..."

O vazio te consome, é algo doloroso demais para que possa existir algum antídoto, é algo triste demais para que você possa compartilhar com alguém... Porque apesar de tudo você sabe que é uma pessoa boa e tudo o que menos quer é levar os seus problemas para as pessoas ao seu redor, então assim você vai, empurrando a vida "com a barriga" até onde aguentar, assim você vai, engolindo os sapos desse mundo que, ainda assim, acredita que pode melhorar...
No fundo ainda restou um pouco de esperança, no fundo ainda há aquela fé que você guarda no peito, só não sabe fé em quê ou em quem, mas ainda há essa fé que não deixa fazer o que você realmente quer nesse momento...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Onde está o Amor???

O mundo está acabando,
e ninguém está se importando
A terceira guerra já começou
Criancinhas estão morrendo
Ataques terrorista acontecendo,
todo mundo ja se acostumou
Onde é que está o Amor?
Parece que já acabou!
A Humanidade está em Guerra!
A Humanidade vive com medo
Os governantes estão enlouquecendo
Parece que ninguém está vendo
Bombas explodindo por todo lado
O futuro repetindo o passado
Todo mundo vive alienado...
E o mundo está acabando,
mas ninguém está se importando
A terceira guerra já começou!!!
(Jeferson Soares)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Je crois, me sauver

Ficar com você é tudo o que eu preciso, pode parecer infantilidade, eu já tentei esquecer, fingir que não me importo, mas nada adiantou... Pedi ajuda aos amigos, tentei me apegar à outras pessoas, procurei em todos os cantos mas o ser, a minha vida parece estar em suas mãos, não sei mais o que fazer, sim eu quero continuar, mas ainda rolam muitas duvidas na minha cabeça... Mas ninguém nunca me disse que essas duvidas não surgiriam, talvez seja natural, mas pra mim, é extremamente novo... Sim eu acredito, yo, yo, yo, yo, yo creo, sálvame... ik, ik, ik, geloof ik, verlos mij... i do, i do, i do, i do believe, save me... je, je, je, je crois, me sauver... Eu acredito em todas as línguas, Sálva-me

sábado, 18 de setembro de 2010

O Poema Que Eu Havia Esquecido

Eu não sei...



Viver sempre é aventura

E eu não sei como posso me aventurar,

Minhas memórias são sempre tão vazias



Não sei viver

Preciso aprender a viver



Poucas coisas acontecem na minha vida

Quando acontece,

eu não sei como devo agir

Fico confuso e não sei o que dizer



Esqueci de tantas coisas.

E não sei,

Como usar a imaginação.

Sonhos obscuros,

Mente vazia,

Vida breve...
(Jeferson Soares)

Esse é mais um poema muito antigo... Na verdade, eu nem me lembrava que um dia havia escrito essas palavras, e hoje, revirando um caderno, que eu escrevia diáriamente lá pelo ano de 2005, 2006 ou 2007, (não me lembro ao certo quando comecei escrever esse caderno, sou péssimo em datas) encontrei esse poema e resolvi postar aqui.
Na verdade, eu resolvi colocar essse poema aqui pelo, fato de que algumas vezes eu já comentei aqui que eu tenho muita coisa escrita, muita coisa tosca, mas que eu me orgulho de ter escrito... Muita coisa que pra maioria das outras pessoas pode ser insignificante, mas que pra mim possui um valor sentimental muito grande. Por exemplo: esse poema provavelmente, eu devo ter escrito e deixado lá no caderno, nunca mais devo ter visto, porque sinceramente eu não me lembrava de ter escrito isso...
Mas, não me lembrar de que eu tinha escrito isso não quer dizer que esse poema não seja importante pra mim, com toda certeza eu escrevi isso porque alguma coisa estava me causando algum desconforto... Então, por mais que, só vim me lembrar desse poema hoje, porque o encontrei junto com os outros do caderno, eu o amo. Porque, sem dúvida, ele fez com que eu tirasse algum "peso" de cima dos meu ombros, (a maioria dos meus escritos tem esse objetivo).
E se alguém me perguntar hoje, o por quê eu escrevi esse poema a resposta é simples: "Eu não sei!" ou melhor "Eu não me lembro!". Só sei que hoje o encontrei, e resolvi colocá-lo aqui!

sábado, 11 de setembro de 2010

Auto-avaliação

Ontem resolvi dar uma olhada em tudo o que eu já havia postado aqui no blog. E eu gostei de quase tudo o que li. Posso dizer que esse blog está caminhando exatamente pra onde eu queria que ele fosse quando me propus a cria-lo...
Na verdade, eu gostei mais foi da "evolução" dos meus textos. Pra falar bem a verdade, os temas são basicamente os mesmos, só muda o jeito em que eu abordo. Sinceramente eu não me envergonho dos temas que eu abordei, claro se eu pudesse fazer tudo de novo de uma forma diferente com certeza eu o faria, porque acho que os primeiros posts eram escritos spb transpiração, e não inspiração. E precisava dizer algo ali, naquela hora senão com certeza teria enlouquecido, por isso muitas vezes os textos são um pouco cansativos, eu não sabia ao certo quais palavras escrever então saia colocando a primeira palavra que vinha à cabeça como se fosse a ultima que estivesse escrevendo em minha vida.
Claro que eu não sou nenhum expert em língua portuguesa, aliás nem o quero ser, mas pude perceber que também naqueles posts mais antigos haviam muitos erros BERRANTES de português, o que eu estou tomando mais cuidado, para não cometer.
Pude perceber também que por mais que em algumas das postagens recentes os textos tenham ficado um pouco grande, a objetividade também vem ganhando mais espaço quando eu venho aqui pra escrever algo. Antes eu dava muitas voltas, falava a mesma coisa mil vezes para então chegar so tema central, hoje não, vou direto ao ponto, digo o que eu quero dizer e vou embora, sem muito "mi-mi-mi".
Acho legal quando eu perco uma noite de sono fazendo aquilo que eu gosto, vou confessar que no começo fiquei um pouco receoso de vasculhar as coisas que escrevi no passado, talvez por medo de ver algo na qual me envergonhasse de ter escrito, ou por revirar coisas na qual já não tem mais tanta importancia. Mas não foi bem assim que aconteceu, eu acho bom cada uma daqueças postagens estarem ali e do jeito que elas estão. Isso prova que um dia eu fui jovem, (quem vê assim pensa que eu sou um velho de 80 anos) e mesmo sendo tão jovem precisava expor as minhas ideias de alguma maneira, precisava falar o que me angustiava, mesmo não sabendo o quais palavras usar, mesmo sabendo que pouquíssimas pessoas iriam ler, aqui estava eu: colocando todos os meus demônios pra fora em forma de letras que ficarão aqui presas, onde não poderão fazer mal a niguém.
Claro que ainda há muita coisa pra melhorar, e óbvio que estou aceitando sugestões. Essas melhoras foram as que eu pude notar, se alguém também notou alguma outra na qual eu não comentei aqui, pode me falar também porque será super bem-vinda. E claro se tiver percebido alguma regressão não hesite em me falar pra melhorar cada vez mais!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Déjà Vu

Na verdade eu não sei direito como começar esse post, só sei que eu preciso escrever algo, e nesse caso "preciso" é o termo mais preciso mesmo, fora o trocadilho bobo, o que vem me aflingindo muito esses dias é o fato de que eu não sei mais em que acreditar... Em um dos meus ultimos posts eu escrevi sobre religião o que é completamente estranho, porque dificilmente eu falo sobre esse tema, a não ser com amigos muito próximos porque eu acredito que religião não se discute e como diz a minha amiga Dayane: "Gosto é igual opinião, cada um tem a sua!"
Mas desde que eu li O Aleph do Paulo Coelho, eu ando meio que em uma crise existencial desgraçada... Tá, não foi por causa do livro, a Pam e a Cah que o diga, todos os dias a gente conversava muito sobre essas coisas, aliás acho que só elas me entendem nesse aspecto, mas O Aleph fez com que eu encarasse isso de um outro modo no qual eu nunca havia experimentado: a reencarnação.
Pra mim que nasci na igreja católica, até os 14 anos reencarnação era um absurdo, mas depois que eu comecei a ler mais sobre o tema, tentei entender melhor o que vinha de fato ser a reencarnação mudou muito o meu ponto de vista... E depois que eu li O Aleph mudou completamente a ideia que eu tinha formada na minha mente sobre o tema, e fez com que eu pensasse muito além do que eu aprendi nas aulas de catecismo, e o que eu já havia lido até ali...
Na realidade, hoje eu posso dizer que acredito sim na reencarnação, acredito que podemos voltar a esse mundo, não em forma de outros animais como na religião Hindú, mas eu creio que é possível que voltemos no mundo para repararmos os erros cometidos no passado. Por exemplo: como explicar as crianças que já nascem condenadas à morte ou aquela sensação que temos de que já vivenciamos alguma coisa, o famoso Déjà Vu?
Ou então como podemos explicar aquela empatia que temos por alguém que nunca vimos, e que em três minutos de conversa já parecemos amigos de infância? (Camila Castaldi que o diga rsrs)
Sei lá... Com certeza esse post é irrelevante, afinal de contas ninguém está preocupado com o que eu acredito, ou com o que eu deixei de acreditar... Mas tem muitas coisa que mesmo sabendo que são irrelevantes eu gosto de publicar aqui...
Ainda falando sobre a empatia que chega assim, "do nada" por um desconhecido, ontem eu estava de bobeira, procurando algum blog que me agradasse e encontrei um que realmente me deixou encucado, o dono do blog escreve coisas que eu consigo me ver, sentir o que ele escreveu, é como se eu tivesse escrito aquelas palavras. Tem coisas escritas lá que eu me identifico, que não necessáriamente eu tenha vivido aquelas experiencias, mas é como se de algum modo eu conhecesse aquilo que está escrito ali...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Pregui d mun

Preguiça de gente, preguiça do mundo, preguiça de mim... Vontade de me isolar de tudo e de todos, vontade de ficar em casa e não me preocupar com o que anda ocorrendo no mundo la fora...
Não sei o motivo nem com qual frequencia isso acontece, mas tenho percebido que isso tem acontecido cada vez com mais frequencia... Com bicho isso não acontece, o problema são as pessoas... Cada vez que me deparo com uma pessoa ignorante, que fala o tempo todo mas não diz nada de importante, fútil e superficial essa "preguiça" aparece...
Antes eu acreditava que isso tinha a ver com a minha insatisfação crônica. Mas acabei descorindo que essa minha "preguiça de gente" vai muito além dessa insatisfação... É uma coisa que surge sem dar nenhum sinal e quando eu percebo já estou "afogado" nesse astral, e por mais que eu tente isso não passa... Já cheguei a ficar assim por semanas, e depois a dor vai amainando... E aos poucos eu ja não sinto mais nada, estou pronto pra outra...
Talvez seja uma necessidade que eu tenha de ter que chegar até o fundo do poço, conhecer o inferno, só pra ter algo para comparar com o paraíso...